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sábado, 30 de janeiro de 2016

Voando



Voando
 Os rios azuis e verdes.
O reflexo de mim mesma
 Meu rosto nas tremulas águas
 A sensação de paz e o silencio
 A alma muda descansa e medita
A natureza perfumando o vento.
 A agua que em minhas mãos escorrem
 Levando o cansaço e as duvidas de meu ser
O som da natureza embalando minha mente
O amor me cercando e entrando pelos poros
 O verde canta sua canção ao vento
 Abelhas amigas que me tocam
 Passarinhos voando e borboletas
Cores que celebram a vida em festa
Meu ser também entoa uma canção
 Os montes e vales a respondem
Que estranha leveza me toma as células
 Integro-me ao solo, aos elementos.
A paz do Criador que a tudo envolve
 A oração que brota do amor
 A estranha leveza de meu ser que baila nas flores
Gotas de mim se espalhando ao vento.
 Apenas amor.

 Dione Fonseca
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domingo, 3 de janeiro de 2016

Sou o rio e você meu leito



Sou o rio e você meu leito

 Sou como rio correndo em sua direção
Meu leito é você por onde escorro e me sinto feliz
Percorro meu caminho com murmúrios de amor
Em mim o reflexo do sol colorindo o horizonte

 As noites as estrela refletem suas luzes misturadas nas águas.
 O luar muda minhas cores com seu prateado brilho
 São como suas caricias em minha pele quente
Refrescando no poder que exala de teus olhos ternos

Meu riso ecoa nas estrelas tocando o infinito
 Que voltam a terra no prateado luar
Meu canto macio e meu leito amado
 São teus braços onde me aconchego e durmo

Transportada ao mundo dos sonhos onde vivo acordada
Realizando desejos e tendo o corpo saciado
 Serpenteando no leito pelos vales e rochas
Sem nunca ao mar chegar para de seu leito não sair

 Fusão do leito com o rio em infindável simbiose
Alimentando e criando vida por onde passa
No o maravilhoso encanto do amor realizado
Sem nunca acordar para não morrer dá saudade

No azul do manto da noite que amanhece
Ao som do canto da criação em festa
 Abraço seus braços amados aconchegantes
Mergulhando no azul dos teus olhos suspiro.


 Dione Fonseca
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Hoje não tem estrelas no céu.



Tem noites solitárias que doem dentro de nós
Hoje não tem estrelas no céu.
 Faz tantos tempos que não vejo vagalumes. Recordações de quando a noite chegava e eles.  em revoadas.  Era lindo de ver.  Acedendo as luzes azuis.  Éramos inocentes e os pegávamos e passávamos em nossas roupas para ficarmos luminosas. Hoje que penso que nos o machucávamos, Que pena sinto desta brincadeira linda sem sabermos que devia doer neles.
 Às vezes vinham os pirilampos grandes pareciam lanternas de tão grandes e gritávamos para as outras meninas. Olhem tem pirilampos. Estes eram mais espertos voavam altos. Eram lindos de ver. Eram tantas crianças juntas que nem sei quantas eram.  Bons tempos que já não mais existem.
Lembranças agradáveis que em noites sem estrelas me recordo.  Quando estou triste penso em pirilampos, vagalumes e cacos de vidros refletindo o luar ou em lagos azuis à noite.
 Cacos de vidros espalhados ao chão ferem nossos pés, mas se refletem a luz são lindos.
Assim como a poça de água ao chão com a lua lá dentro. A lua aprisionada pelo buraco que retém a água que engana mariposas e insetos que fascinados nela mergulham.
Fascinação. Quantas vezes somos atraídas por algo irreal que temos apenas em nossas mentes. Somos mariposas que buscando a felicidade acabamos em poças de lágrimas e estas não refletem luz, apenas dores em nossos corações.
O vazio como os cacos de vidros que nos ferem os pés. Não conseguimos caminhar sobre eles.
 A dor de cada passo é uma fincada latejante que nos faz ir à ponta do calcanhar ou na ponta dos dedos dependendo de onde esta o caco.  
 Vidros quebrados que jamais voltarão a ser admirados ou enfeitaram algo. Triste.  A lua deveria sempre ser refletida em um lago ou dentro de nossos olhos com brilho de amor ou alegria, jamais de dor.
 Não gosto da dor na alma ela pesa, tira o sono a apaga meu riso e meus sonhos. Não podemos parar de sonhar porque acaba o aconchego que refugiamos em dias de chuvas.
 Que pena hoje não existem estrelas.  Será que elas amanham estarão no céu?
Ou estarão em minhas lágrimas que olham cacos de vidros ao chão?
A dor é algo sem tamanho ela dói grande ou pequena. Será que existe dor menor

 Dione Fonseca 
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Bom dia


Aos amigos cristãos hoje desejo um Feliz Natal, aos meus amigos que guardam o Shabat desejo Shabat Shalom e aos que tem a paz e a boa vontade desejo um dia Feliz.   Aos amigos de fé diferentes desejo que um dia demos a mão em prol da união dos povos, A semente esta dentro de cada um e foi colocada pelo criador, Que a união e o respeito sejam um marco e o belo que habita em nós sejam respeitados por todos.
 Grande abraço a todos os poetas neste lugar de paz onde mãos se entrelaçam através dos poemas e escrito revelando as belezas e maravilhas de todas as culturas e os anseios iguais em todo o planeta de paz e prosperidade. Amo todos pelo muito que me enriquecem e me proporcionam com as leituras. Somos um só povo diante do Criador. Somos irmãos como está na Torá e na Bíblia  “É Agradável  a D-us que vivamos como irmãos.” Paz e alegria entre povos e religiões.
 Somos nós poetas e escritores os verdadeiros semeadores da paz, Escritos ficam mesmo quando partimos deste plano. Temos que ter discernimento ao lançarmos nossas sementes que entraram nas mentes pela leitura.

 Meu carinho sempre Dione Fonseca
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Música para la PAZ ESPIRITUAL

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MANTRA LIMPIA AL INSTANTE TODA LA NEGATIVIDAD A TU ALREDEDOR

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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Boas festas

Boas festas amigos e um lindo ano novo.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Tautograma Sinos

 



Tautograma Sinos
Sinos suaves soando
Sinfonia sonora suave
Suspiros saudosos soam
Silenciando sons sacerdotais
Sacro salutar som
Saudamos santos sinos
Secular secreto sedativo
 Semeando suaves saudações
 Sentimental sentinela sensata
Sentindo sensual serenata
 Dione Fonseca
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015




Transcendendo
Alçando o voo do novo homem alado
Qual Borboleta rompeu o casulo
De nossas próprias decisões acomodadas
Que teimamos em não ver a pela nossa covardia

Pelas nossas mãos que vendamos nossos olhos
E não mostram a face da verdade escondida
Até que o clarão do relâmpago nos ilumina
Vidas sem horizontes por nós escolhidas

De um futuro prazeroso e ensolarado
Escondido pelo medo, sem fundamentos.
Escolhas que fazemos de não viver
Onde a luz não faz morada dias e noites

Há muito Platão falou em cavernas
Saímos sem saudades e sem olhar para trás
Apenas um céu salpicado de estrelas
A escuridão não mais existe

Sombras com nossas presenças dissipam
Não mais nos esconderemos na escuridão
Somos luz e nela nos abastecemos
Reviveremos com novas energias

Queimaremos na luz como Fênix
Nela queimamos e transcendemos
A luz sempre nos atrai, como as mariposas.
Enfim, nos tornamos a própria luz. Fusão


Dione Fonseca
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terça-feira, 24 de novembro de 2015

O sol me esperou




O sol me esperou
Estava lá no horizonte.  Alguns últimos raios dizendo adeus.
Doce alaranjado que foi amarelo. Azul claro que se torna negro.
 A noite envolve com seu manto silêncio a terra
 Passarinhos calados no ninho aconchegante. O ninho quente, amoroso e acolhedor.
 Feito de carinhos penas e quentes. Penas do próprio corpo ali depositadas
 Um gesto pleno de amor e doação, Cada graveto escolhido com cuidado.
Levado em voo esperançoso para o lar. Ato de amor e conquista.
 A sabedoria que vem com o coração no preparo de algo maravilhoso
 Doação e carinho, não importa o tempo. Apenas resultado final
Olho o céu novamente. está em cor sul ferina com a misturas das cores
 É quase hora das estrelas despontarem, não sei por que as vejo na mente caindo ao amanhecer. Ao anoitecer só brilham de repente. Como se já estivessem ali sempre. As estrelas trazem uma mensagem de esperança, da luz e do brilho como a chama d avela.
 Acender as velas ao anoitecer. Sempre entrando em oração e agradecendo ao Eterno pelo dia que termina com calma e sobreviventes de tantas lutas e poucas vitórias
. O amanhã uma infinita esperança. . Mistério que não sabemos como será. Apenas confiamos que será melhor e que seremos mais amados.  Amar...  É o que queremos e desejamos amar e ermos amados. O que todos desejamos.
  Felicidade é sorrir é olhar pessoas queridas nos olhos e ter o aconchego do ninho.
 Passarinhos... Caladinhos e felizes. Apenas o aconchego do companheiro basta. Os ovos que serão os futuros passarinhos que cantam ao anoitecer e pela manhã que bebem as aguas dos regatos e colhem os alimentos pelos recantos da terra. Liberdade de voar e o amor do companheiro sempre presente. Lindo de viver e agradecer
 Invejo os passarinhos à noite em seus ninhos Sempre juntinhos, se protegendo.
 Quando o dia amanhece é outra festa.  Que bom ter motivos para festejar. Deveríamos abrir as janelas e cantar também e se todos entoassem uma linda e mesma canção seria linda. Bom dia irmão ao vizinho. Mas hoje nem os vemos. Nem sabemos como são. Não somos passarinhos e muitas casas não são um ninho.  Que bom seria um ninho agora.
 Amanhã vou comprar flores  para mim.

Dione Fonseca
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Tristeza do mineiro sem o rio.

Tristeza do mineiro sem o rio.





Da caridade depende agora sem poder reclamar
Envenenaram sua água, morre a plantação sem irrigar.
Onde vai poder a vida continuar?
Soluça o peito calado dizendo a família:

Logo vou de novo trabalhar
Sem saber o destino seu e dos filhos amados
Chora o caipira o seu lar desconsolado
Fica sem identidade, sem amigos e vizinhos.

Até mesmo os bichinhos o cachorro e bezerrinhos
O galo e a galinha sumiram nas águas sem poder retornar
Lembranças e objetos amados e o lugar
Tudo que os mineiros tinham vai com a lama rolar

Muitas casas destruídas, sem como para ela retornar.
A água ontem era vida, hoje veneno carrega.
A lama continua tudo tomando
Grita calado o homem sem saber como a família alimentar

Geme a fauna, soluça a flora com a morte a chegar.
Morre a natureza em sofrida agonia
Vejo apenas urubus à morte festejar.

Sangra meu coração na lama que corre


Sufoca meus pulmões vendo o cardume
Na agonia dos peixes moribundos
Meu coração triturado com a morte tudo tomando
Misturando a lama triste que mata

Minha lágrima rola pelas margens
Sem o cantar dos indígenas a banhar
Sem o riso do pescador no barco
No silêncio das matas sem passarinhos

Meu gemido vai com o rio
Como o canto triste da sabiá
Que também perdeu seu ninho
Quando a lama sua árvore tombou

Foto presente de Iraci leal Peapaz
Dione Fonseca ( Mamuzinha)
Enviado por Dione Fonseca ( Mamuzinha) em 23/11/2015
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domingo, 22 de novembro de 2015

Enigma




Enigma

Não me sinto inteira, faltam partes do meu ser.
Estranha calma que toma meus pensamentos.
 Prenuncio da escuridão quando o sol se esconde
 O anoitecer toma a terra sem estrelas e sem luar.

 A escuridão envolve a terra lentamente
A magica do sol se despedindo não aconteceu
 Nuvens negras tomaram o horizonte friamente
Não ouvi o canto dos pássaros em sinfonia

A lua no céu é minguante e fria.
Meu coração em espera, incógnito.
Minha mente retalhada em perguntas.
O tempo se arrasta e o silêncio em mim.

 Tem algo no ar que não sei definir.
 Dentro de mim um estranho vazio.
 Uma dor anestesiada, calada incógnita.
 Letargia de minha alma interrogativa em espera.

Segredos que escondemos no subconsciente
Enigmas de nossa existência terrestre
Que afloram sem que saibamos o por que.
 Maravilhoso dom que não compreendemos e tememos

 O todo e o nada junto em nós conflitantes
Confidencias de alma e o Criador em oração
Cala o ser sem resposta neste mutismo
 Inviolável e supremo tabu do ser em ascensão.

 Dione Fonseca
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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Coração que sonha

Escrevi a algim tempo
 Corsç~so que sonha



Fico olhando as estrelas vendo o brilho que acende longe no infinito
parece com meu grito que rompe a noite assustando os anjos que velam por nós.
Onde está meu desejo é onde você mora.
Que estrela seus sonhos dormem e eu busco no manto da noite
Eu aqui acordada sonhando com meu anjo
que sem escutar minha alma repousa sossegado.
Nos meus sonhos eu o vejo adormecer e sonhar.
De seus lábios um sorriso é minha alma que te beija.
Suas mãos estão fechadas é a minha que aperta.
De seu peito um murmúrio me reponde
e me chama,
mas sua voz não chega onde estou.
Solidão trago comigo do tamanho do firmamento
e minha alma te busca passando por você como o vento.
Ao passar em seus cabelos sente um doce arrepio
e seus olhos se movem seguindo me no escuro.
Tua alma entoa um canto que chega aos meus ouvidos ...
De meus olhos rolam lágrimas da saudade deste amor.
Meu coração já não bate , soluça acelerando procurando seu calor.
E no gelo da ausência sentindo dissabor ergo aos céus a prece
Deus me deixa ver mais uma vez o meu amor.
Dione Fonseca
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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Meditando




Hoje meditando tive uma visão de degraus de uma escada. Não era uma escada celestial nem alguma que descesse a abismos.  
Uma simples escada de cimento esbranquiçada pelo tempo e uso.  Curiosas olhando mais. Detalhe que me chamou a atenção era que os degraus à medida que subiam ficavam maiores.  E chegou a um ponto de não ter como mais subir por eles, Então pensei terei que descer e pegar algo que me ajude a escalar. Que preguiça de fazer todo trajeto novamente e carregando um peso. Mas eu sabia que teria de escalar aqueles degraus e desci. Após toda subida tive de descer novamente e pegar outro mais alto e com o que tinha levado para cima. Estava cansativa esta subida.  E quando chegava mais alto tinha de descer. Pensei em cordas. Amarrar todos os caixotes e puxar todos à medida que subia. Mas mesmo assim foram insuficientes e eu cansada. Faltava algo. Pensei em pessoas. Muitas escalando juntas e como uma equipe. Formando uma corrente, mas mesmo assim temos que chamar mais pessoas embora. seja como cheguei mais alto. Esta escalada ainda não terminou.  Neste momento penso que estou no caminho errado querendo chegar ao topo.   Lá de cima posso descobrir que o caminho mais fácil esta na base. Mesmo sem querer vou ter de recomeçar e olhar melhor esta escada. Ela pode ser uma ilusão para chegar ao topo e pensando bem topo de que? Porque este desejo de subir? Vejo-me lá respirando e olhando o universo, mas onde esta o começo desta escalada ainda não sei. Como não sei também se é por ela que chegarei.  Aprendi algo só chegamos a algo, mas não é o ideal. Com ajuda vamos mais longe. Nunca gostei de pedir, mas aprendi a pedir. Sempre é melhor ter para dar que pedir. É como o não que sempre é cobrado com um por que. O sim é fácil. Nucas perguntam o motivo de concordar. Tenho que meditar mais nesta escada e como ela deixar de ser obstáculo em minha caminhada.

 Dione Fonseca
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Sonhando e escrevendo: AMOR É

Sonhando e escrevendo: AMOR É: AMOR É Amor são cores, que destacam aos nossos olhos Compondo os poemas do universo. É formas que saem do cinza e do negro misturado a ... Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...



O amor vem de tantas formas. Vêm pelo vento quando sentimos o perfume, às vezes por um retrato na net.  As vezes vem pela escrita que e lemos e apaixonamos pelo escritor, às vezes vem pela voz. Pelo sorriso ou pela forma que a pessoa nos olha e vai juntando detalhes. E sentimos que queremos ver, tocar realmente esta pessoa. E um dia quando vemos realmente a face e sentimos o toque, O calor nos vem da alma e sentimos       que encontramos nosso lar . Existe uma comunhão de pensamentos ,, somos parecidos . Enfim o amor real toma conta de nosso ser .
Se você encontrar esta pessoa é porque foi abençoado e sua alma gêmea encontrou o eco de sua essência. Lute para ter este alguém contra os obstáculos oi será sempre só. Viver feliz mesmo as dificuldades da vida depende sim com quem você esta e do elo que os uni. Certamente este elo se chama amor.                    

Dione Fonseca                                                                
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Perolas negras





 Tua alva brancura escureceu
 Foi à dor que dentro de ti nasceu
 A doença se instalou e a modificou
 Seu valor triplicou ao mudar sua cor


Assim são os humanos ao sofrerem
 Suas almas mudam de cor com a dor.
 Tornam-se mais puras e bondosas ao sofrerem
 Despertando para o outro que vê padecer.


Irradiando a luz do amor mudando a aura cor
 Do branco se tornam azuis a luz que cura
Tentando a vida mudar com sua mente
Mudando sua própria essência em cura


 Balsamo de alivio se torna para todos
Exemplo mudo que todos admiram
 Sente no corpo a dor que alivia e geme
Exprimindo na face à bondade infinda



Dione Fonseca
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