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sexta-feira, 25 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Tempo de espera
Sem nada no horizonte, espera.
Anseios na alma e duvidas.
Verei algo no amanhã, não sei.
Tempo que se arrasta e perguntas.
Incógnitas do ser me
afligem.
Vazio cruel e me machucando.
Sem saber o que o destino fará.
Em minha mente a batalha finda.
Desenho dias suaves encantos
Tento o futuro modificar.
Felicidades na mente e amor.
Vitórias e a paz conquistar.
Tentando a vida melhor se tornar.
Procuro em mim respostas benditas.
Soprem anjos discernimentos em mim.
Gerando a conquista almejada.
Em meu ser as respostas finais.
Continuar a batalha vivida.
Nada a sabemos sobre esta lida.
Guerreiros nunca sabem o final.
Dione Fonseca
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quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Coluna da Mulher- Dione Fonseca: Meus agradecimentos ao Barão Dr. Jacques Azicof digno e reconhecido Presidente da Academia, acadêmicos e à cidade de Iguaba Grande
Coluna da Mulher- Dione Fonseca: Meus agradecimentos ao Barão Dr. Jacques Azicof digno e reconhecido Presidente da Academia, acadêmicos e à cidade de Iguaba Grande
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Dione Fonseca
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sexta-feira, 17 de julho de 2015
Cai a tarde
Cai tarde .
O sol já não está tão quente.
Mas um dia que se vai.
Esperanças que morrem
Alegrias de vitória encontradas , tristezas por vitórias não realizadas.
O sol colore o céu em seu esplendido adeus a terra.
A lua já surge radiosa e bela trazendo consigo o brilho das estrelas.
Poetas enamorados cantam sua musa em versos e prosas.
O sol ainda está aqui deixando a natureza agitada com seu adeus.
Os pássaros apressados voltam para o ninho , a companheira chama seu companheiro
talvez dizendo venha logo estou sofrendo,
com medo de você se perder no escuro e não encontrar o caminho. Venha me aquecer e trazer paz.
O amor mesmo entre os animais é confortante de se ver.
Mas a jandáia parece desassossegada o companheiro não vem
e ela arrulha chorosa angustiada olhando o infinito.
Meu coração também dói vendo o pássaro .Penso em meus dias solitários sem resposta.
O ninho vazio e frio. (...)
O céu eu olho e com o mesmo lamento meu ser grita onde está você que não vem?!
Meu coração sabe a resposta silenciosa e fria.
O silencio me reponde me ferindo os ouvidos. O grito ao infinito rompe todas as barreiras do som.
Talvez em algum lugar este som do nada seja captado.
E o sol se vai, lentamente cumprindo um ritual infindo, sem deter aos chamados da natureza.
A lua surge branca e pálida, fria, altiva e bela. Enamorada e triste seque com sua corte as estrelas.
Em cada brilho que surge no céu as pessoas sentem cheias de esperança fazendo desejos :
Primeira estrela que vejo faça matar meu desejo ...
Corações se tornam crianças cheios de fé e esperança fazendo orações inocentes
acreditando no poder das estrelas . E suas preces são atendidas. Meu coração eleva uma prece
Pedindo pelos que amo pelo aconchego do ninho.
Que à noite não os confunda fazendo errar o caminho.
Meu amor esperado , meu doce aconchego não sabe mais voltar para o ninho.
Que a primeira estrela que vejo brilhe a sua frente e o traga novamente ao aconchego a paz e carinho.
Esperanças renascem com o novo amanhecer
O sol já não está tão quente.
Mas um dia que se vai.
Esperanças que morrem
Alegrias de vitória encontradas , tristezas por vitórias não realizadas.
O sol colore o céu em seu esplendido adeus a terra.
A lua já surge radiosa e bela trazendo consigo o brilho das estrelas.
Poetas enamorados cantam sua musa em versos e prosas.
O sol ainda está aqui deixando a natureza agitada com seu adeus.
Os pássaros apressados voltam para o ninho , a companheira chama seu companheiro
talvez dizendo venha logo estou sofrendo,
com medo de você se perder no escuro e não encontrar o caminho. Venha me aquecer e trazer paz.
O amor mesmo entre os animais é confortante de se ver.
Mas a jandáia parece desassossegada o companheiro não vem
e ela arrulha chorosa angustiada olhando o infinito.
Meu coração também dói vendo o pássaro .Penso em meus dias solitários sem resposta.
O ninho vazio e frio. (...)
O céu eu olho e com o mesmo lamento meu ser grita onde está você que não vem?!
Meu coração sabe a resposta silenciosa e fria.
O silencio me reponde me ferindo os ouvidos. O grito ao infinito rompe todas as barreiras do som.
Talvez em algum lugar este som do nada seja captado.
E o sol se vai, lentamente cumprindo um ritual infindo, sem deter aos chamados da natureza.
A lua surge branca e pálida, fria, altiva e bela. Enamorada e triste seque com sua corte as estrelas.
Em cada brilho que surge no céu as pessoas sentem cheias de esperança fazendo desejos :
Primeira estrela que vejo faça matar meu desejo ...
Corações se tornam crianças cheios de fé e esperança fazendo orações inocentes
acreditando no poder das estrelas . E suas preces são atendidas. Meu coração eleva uma prece
Pedindo pelos que amo pelo aconchego do ninho.
Que à noite não os confunda fazendo errar o caminho.
Meu amor esperado , meu doce aconchego não sabe mais voltar para o ninho.
Que a primeira estrela que vejo brilhe a sua frente e o traga novamente ao aconchego a paz e carinho.
Esperanças renascem com o novo amanhecer
Dione Fonseca ( Mamuzinha)
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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Sou Fenix
]
Sou Fênix
Das cinzas ressurjo
Molhada de lágrimas
Que o fogo não seca
Do sofrimento tiro minha força
Da solidão tiro a lição.
Dos enganos tiro a certeza
E quando me vergo
Açoitada pela dor
Eu me ergo sofrida
Fraca.
Mas cheia de coragem
Dou os primeiros passos
Cambaleando
Mas estou viva.
Sobrevivo e acordo
Meu corpo dói
A vida me bate.
Minhas entranhas estão sangrando
Meu coração desfalece
Mas consigo erguer
Mesmo derrotada sobreviverei
Da dor tirarei meu alento
Meu grito calado me desfalece.
Viverei em busca da paz.
E quando eu cantar será um lamento
E os céus escutarão.
No momento apenas uma certeza
Sobreviverei.
Esta dor que meus braços vergam
Que meus músculos retesam
Algum dia cessara
Não sei quando
Talvez seja amanhã
A noite é escura,
Não existem estrelas
Não existe a lua.
O sol não sei se amanhã brilhara
A certeza que voltara mesmo tardio
E minha alma quebrada
Cheia de cicatrizes
Olharei para o horizonte
Sem sentir a magia, sem busca
Não olharei o colorido das flores
Não sentirei da natureza o perfume
Estarei só... Sou eu ainda sou eu.
Dione Fonseca ( Mamuzinha)
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domingo, 21 de junho de 2015
Sonhando e escrevendo: Saudade que sinto Acordei.. Teu semblante a men...
Sonhando e escrevendo: Saudade que sinto
Acordei..
Teu semblante a men...: Saudade que sinto Acordei.. Teu semblante a mente vem. Já não consigo dormir Minha alma chama pela sua O vazio é imenso Vazio dolori...
Acordei..
Teu semblante a men...: Saudade que sinto Acordei.. Teu semblante a mente vem. Já não consigo dormir Minha alma chama pela sua O vazio é imenso Vazio dolori...
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Dione Fonseca
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Sonhando e escrevendo: Sentinebtos meus
Sonhando e escrevendo: Sentinebtos meus: posted by DIONE FONSECA 9:14 PM Apaixonada Lá vai ela semblante indefinido Passa sem olhar Seus pensamentos lon...
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Dione Fonseca
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Magia celta
Madrugada
O frio me faz pensar. O mundo celta. A neve a fogueira. Mulheres
solitárias e estrelas. O silêncio no ar e a saudade. Um mundo de mulheres e
crianças. Maridos e namorados longe, em batalhas. No calor, tudo é mais fácil.
As canções ecoam nas montanhas, misturando ao rugido do mar. Mesmo sem amar, os
corpos estão satisfeitos e cansados pelas plantações, e os celeiros logo estarão
repletos, e os deuses felizes. Mas no inverno o mal anda pelos vales e montanhas,
e o escuro da noite traz o mal nas mentes, e o medo ronda as casas. Crianças
caladas buscando o calor dos mais velhos, que contam as lendas guerreiras. E no
silêncio nasce a canção que fala da volta dos guerreiros que encheram a vila de
risos e festas. Momentos de promessas aos deuses da guerra e a mãe terra. Os
ventres secos, e o leite jorrando nos seios, onde as crianças que nasceram no
final da primavera saciam a fome, saboreando o elixir da vida. Algumas não
sobreviverão. Mas existe a esperança de ouvir os sons amados, e o relinchar dos
cavalos, latidos dos cães quando os homens estão chegando. Sons que enchem a
vida de sorrisos e esperanças. A dúvida se ainda terão de volta seus amores.
Sobreviveram a batalha, ou sumiram para a morada dos deuses? A velha senhora
mãe de muitos está calada olhando o fogo. Começa a revirar as cinzas, e o silêncio
se torna pesado. Grunhidos soltos no ar, vindo do fundo da mente. A velha
sacode as mãos e geme. As crianças encolhem, buscando as mãos de suas mães; elas
sabem que algo está acontecendo. Corações acelerados, esperando a voz da
pitonisa que olha as cinzas. A cabeça tomba para a esquerda, e lágrimas
escorrem de seus olhos. Levanta e se dirige à nora mais nova, quase uma criança,
que a olha com seus olhos cor de anil. Inocência, expectativa, e dor. Dor da dúvida,
esperando o que virá. A mãe da velha toca seu ventre e suspira. Abraça a menina
e exclama. As mulheres escutam em silêncio o que a mulher sopra aos ouvidos,
com murmúrios sofridos. “Seja forte filha, seu futuro chega com sons dos cavalos.
Sua vida não mais será na terra de seus pais, nem dos nossos deuses. Irá para a
terra sem água salgada, e não voltarás. Mas seu filho retornará a esta casa, e
será abençoado e grande, mas não será filho do homem que ama. Tempos de noites
chegaram, e os que conhece não mais verás. Toma meu colar e usa, e quando
chegar a hora, dê a quem de direito deverá usar”. A menina mulher, estarrecida
e trêmula, toma e coloca o colar de couro com patuás e símbolos, e o carrega em
cima de seu coração... Tantos anos se passaram, e ela continua a usar o colar. Olha
seus filhos nascidos tão longes do lar. Cercados por pessoas e um mundo
desconhecido. Sabe que não voltará à terra amada. Chama o filho mais velho, e
nesta noite, conta seu destino, e o manda de volta para seu povo, com o colar no
pescoço. Lágrimas salgadas sente em sua boca, gosto do mar. Reclina sua cabeça,
e adormece. Vê seu amado estendendo-lhe a mão, e a levando para a terra de seus
antepassados, onde o riso e os seus a esperam. A primavera cobre os bosques e o
som de gaitas chega aos ouvidos. Os deuses estão sorrindo. Ainda hoje vejo
aqueles olhos azuis, cor de anil. Continuam a me olhar...
Dione Fonseca
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Desabafo
Desabafo
Escritores que não suportam ideias contrárias às suas não têm
visão de comportamentos e nem opiniões alheias, apenas deletam o comentário. Não
respeitam. Apenas aceitam que massageiem seus egos narcisistas. Críticas são
construtivas, e levam a pensar em opções. Palavras ofensivas em textos não
estão liberadas, porque é fictício ou não. São apenas aceitáveis quando trazem
uma mensagem positiva no final. Deficientes não são motivos de piadas de mau
gosto. Um escritor deve conhecer as palavras permitidas ou não. Por exemplo: a
palavra “cego”, hoje é considerada ofensiva. Escreve-se “deficiente visual”,
com baixa visão ou não. “Síndrome de Down” não existe. É “Down”. “Louco” também
não existe. Nos referimos a deficientes como pessoas com necessidades
especiais. Procurem ler e se informar. Chega de bullying. Dione Fonseca.
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Dione Fonseca
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
Perfeição
Perfeição
Perfeição é o violinista afinando as cordas de um violino
Que tange com o arco sons maravilhosos que emocionam
Que provocam na pele e coração a emoção que os ouvidos
captam.
Musica que ecoa no ar ocupando o espaço com ternura
Melodia que invade os sentidos elevando a alma ao infinito.
Que ressoa dentro do ser embevecido e repleto de êxtase profundo.
Que faz os amantes sonharem com o calor do abraço amado e
desejado.
Que eleva o ser a espaços jamais imaginados em meio a gemidos
ternos e insanos toques .
O toque das cordas do arco que fere as cordas do instrumento.
Fazendo que gema ou cante sons angelicais nascidos no âmago
do ser.
Apaixonados e sofridos ou sonhadores e alegres exprimem o prazer
dolorido da saudade. .
Como o amado, tira ecos da alma de sua amada que em
seus braços chora de prazer.
Entram em êxtase profundo maestro e publico em profanas sensações
reservadas a imortais.
Deuses descem do limbo trazendo a ambrosia que servem aos humanos
que saciados sonham
Não conseguem esquecer a sensação de terem tocados pelo
paraíso acabando escravos.
Da mão que toca a essência do ser de meros mortais por algum
tempo embevecidos.
O som ouvido em suas mentes ressoando, suscitando o desejo
de sentir novamente a melodia da vida.
Nasce no intimo o desejo de voltar ao paraíso e suspira a alma
pelo horizonte almejado.
Sabe que a mão que empunhou o arco pode tocar a melodia que sua alma
canta e espera.
Momentos que voltarão a ser realidade na perfeição de encontros
de sonatas no palco da vida
Dione Fonseca
17- 06—2015
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Dione Fonseca
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16:04
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Tem dias que ficamos parados, como se tudo silencia se ao nosso redor. Ouvimos o sim do nada e o ar pesando no ser.
Tem dias que ficamos parados, como se tudo silencia se ao nosso redor. Ouvimos o sim do nada e o ar
pesando no ser.
A angústia toma conta do ser. Apatia, e depressão e as lagrimas. Que falta de discernimento. Dias lindos
cheios de paz e encantos que passamos. Ao temos que separar de quem nos faz bem
e lamentamos. O o silencio a meditação e
descobrimos o quanto somos felizes em viver dias lindos e encantadores com
momentos eternos que nos enchera de alegria
ai relembrarmos e que novos e encantadores momentos acontecerão.
Agradecer e louvar
pelo que tivemos e pelo que teremos. É
bom avaliar a felicidade e valorizar momentos lindos e agradecer sempre.
E hoje mesmo tendo
saudades agradeço pelo muito e por tudo que vivo e viverei.
Louvado seja o Eterno
que envia anjos e bálsamos a nossas vidas.
Dione Fonseca
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
A saudade do sentir.
A saudade do sentir.
Escrevi ontem : Te procuro. Toco teu rosto e minhas mãos
contornam o nada. Memórias, saudade. Vontade de sentir teu toque, teu calor.
Que de tuas mãos passavam para as minhas, tirando meu gelo e aquecendo meu
corpo. A saudade do sentir. A doce sensação do estar. A ternura envolvendo que
vem de você pra mim. Em minha memória a recordação do afeto , do querer, da
química, fusão. O completar de dois se tornando um. Só quem ama pode lembrar. E
novamente sentir. Porém a lembrança traz saudade que invade todos os sentidos .
O gosto, o tato seu semblante, seu cheiro. Quase posso materializa lo de tão
forte é a saudade.Silêncio (...) Procura , espera... Solidão... saudade
doida...Eu fico aqui penando nesta saudade que persiste sem eu ter como
matá-la. A vida é dolorida quando se ama. Não tenho como matar esta saudade,
esta vontade de ver, de tocar, de sentir. Já não tenho horizonte... A vida
parou, a terra não gira, o sol não aquece. Não sei o que fazer , não vejo como
matar esta saudade . Minha respiração está lenta ,minhas mãos estão geladas,
meu coração sofre... Mãos atadas pelo destino, meus pés estão presos, minhas
azas estão cortadas. Minha imaginação não existe mais, se perdeu na teia da
vida. Já não sonho, estou acordada vendo a realidade que um dia me pareceu ser
doce, mas hoje não é mais que fel. A distância dos dias que custam a passar, a
noite que vem mansamente trazendo doces recordações de um amor distante, de um
amor saudade. Amor desejo, amor paz. Amor alegria das recordações felizes que
busco em minha mente e revivo novamente, querendo novamente ter. E a dor toma
conta do meu eu pela incapacidade do real... Mãos atadas, grilhões do destino.
Coração que soluça . Alma que busca presença esperada.
Dione Fonseca ( Mamuzinha)
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Dione Fonseca
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domingo, 10 de maio de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
Sonhando e escrevendo: Em minha alma eu carrego
Sonhando e escrevendo: Em minha alma eu carrego: Em minha alma eu carrego Talvez assim entenda minha maneira de ser. Se ler minha alma então saberá o que sinto Que em minha ...
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Dione Fonseca
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Mãe
Mãe
Canto a beleza das mães
Por seu coração e mente
Seu mundo se resume em amor
Sofridas e vitoriosas guerreiras.
Garis e doutoras, a mesma essência.
Seu nome é dedicação e doação
Tesouro e guardião da humanidade
Mãe do sábio e do incapaz
Em seu coração, semente de fé
Sua medalha é o sorriso recebido
No brilho do olhar dos filhos
Que ao mirar sua face, se enternece.
Seu desejo, a felicidade e a paz
Realizada nas pequenas conquistas
Ao Eterno, a prece e o louvor.
No final de cada dia,
Aos filhos abençoa
E a proteção dos anjos invoca
Adormecendo no cansaço
Na mente, sonhos de amor.
Dione Fonseca
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Dione Fonseca
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quarta-feira, 22 de abril de 2015
Distante e perto eu te amo
Distante e perto eu te amo
Que alegria ver tua
face
Mesmo sengo na intermete
E ouvir a tua voz.
Através de microfones.
Posso sentir teu calor.
E ter doces emoções.
Meu coração acelera.
Quando teus olhos me fitam.
E o som de teus lábios
Tornam-se um beijo.
O soam aos meus
ouvidos
Preenche meu corpo de
risos.
Minha mente sonha com
reencontros.
Onde a saudade não
existe.
Nem a distancia reina.
Apenas dois enamorados
vivendo.
O amor que dentro do
peito temos.
Que lindo assim ser e
este amor poder viver.
Nas telas de um PC se
longe estamos.
Alimentamos a chama do amor.
Neste carinho magico
e único.
De dois seres que se
amam.
E o destino realiza
encontros.
E eterniza esta
chama.
Apenas o amor perdura
na espera.
E o destino conspira
Pela união de quem
tanto ama.
Dione Fonseca
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
PEDRAS
Silenciosas e imóveis amadas pedras.
No seu calar lição de vida aprendo.
Criadas para servir e embelezar.
Nunca um obstáculo
Soluções a ser encontradas
Ensinas a vencer a vida.
Falas comigo em suas formas.
No leito di rio seixos se torna
Rolando no murmúrio das águas
Doce canção se torna.
Olhando tuas formas medito.
E falas ao meu espírito.
Mostrando-me caminhos pela vida.
Adaptar-me a realidade da vivida
Teus minerais em minhas veias Alimentando o meu viver.
Partes da pedra sempre vão ser,
Pedras encantadas
Do seio da terra retirado
Pelo joalheiro lapidado
Em jóia rara transformada,
Retornas a luz para o infinito.
Parece meu espírito sofrido
Se tornando chama interna
Que crepita nas incertezas vividas
Lapidada pela vida.a
Silenciosas e imóveis amadas pedras.
No seu calar lição de vida aprendo.
Criadas para servir e embelezar.
Nunca um obstáculo
Soluções a ser encontradas
Ensinas a vencer a vida.
Falas comigo em suas formas.
No leito di rio seixos se torna
Rolando no murmúrio das águas
Doce canção se torna.
Olhando tuas formas medito.
E falas ao meu espírito.
Mostrando-me caminhos pela vida.
Adaptar-me a realidade da vivida
Teus minerais em minhas veias Alimentando o meu viver.
Partes da pedra sempre vão ser,
Pedras encantadas
Do seio da terra retirado
Pelo joalheiro lapidado
Em jóia rara transformada,
Retornas a luz para o infinito.
Parece meu espírito sofrido
Se tornando chama interna
Que crepita nas incertezas vividas
Lapidada pela vida.a
Dione Fonseca
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